Judith McNaught - Alguém para amar

“Uma bela condessa de dezessete anos só podia estar destinada a brilhar na requintada sociedade de Londres. Mas Elizabeth Cameron era muito diferente das jovens de sua época. Órfã, havia sido criada longe dos salões londrinos e não sabia que ligações afetivas e financeiras frequentemente se entrelaçavam, em sutis arranjos de interesses. Não por acaso sua festa de debutante resultou num verdadeiro escândalo: era ingénua demais para suspeitar de intrigas, impulsiva e imatura em excesso para lidar com lan Thornton, um homem atraente, no entanto perigosamente hábil nos jogos sociais. Elizabeth apaixonou-se por ele à primeira vista e, da noite para o dia, viu todos os seus sonhos se desmancharem. A paixão que sentia foi transformada em pecado, seu amor tornado impossível.”

Quando se trata de livros, a segunda vez é sempre melhor que a primeira e foi isso que senti ao reler essa magnífica história.
O dom da escrita é mágico, faz com que os leitores conheçam outros países, civilizações, costumes... Faz com que pessoas casadas e/ou bem resolvidas afetivamente, se apaixonem por outros homens/mulheres, sem ficar com a consciência pesada e sem o menor pudor de se apaixonar novamente no próximo livro.
E é justamente esse dom que a Judith McNaught possui, pois é impossível ler esse livro sem mergulhar de cabeça nas fofocas e intrigas da corte inglesa, sem querer também participar de pelo menos um grande baile com um vestido antigo todo bordado...
Isso é claro, sem mencionar o encantador Ian (esses escoceses realmente sabem mexer com o coração de uma mulher, ?), um homem "ímpar", e o termo apaixonante é simples e sem graça para descreve-lo...

Enquanto em alguns romances, as heroínas perdem o brilho e caem na mesmice, Elizabeth se mantém firme e forte do começo ao fim.

Enfim, é um dos meus livros queridos... dá gosto de ler, faz rir, te emociona e sempre deixa a gente querendo mais...

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