Magia Roubada - Mary Jo Putney


Uma trama em que a magia e a ciência se encontram e onde o amor e as obrigações se enfrentam.
O universo mágico está de volta com todo o romance e a aventura que encantaram os leitores em Um Beijo do Destino. O universo mágico, situado na exuberante paisagem londrina do século XVIII, agora é retomado pela incrível história de Simon Malmain, o conde de Falconer.

Magia Roubada possui personagens bem-desenvolvidos e uma trama que deixa o leitor a todo momento tenso com uma possível reviravolta. Putney alia amor, erotismo e ficção científica na medida certa, criando um livro que agradará tanto os fãs românticos quanto os fanáticos por fantasia.

Esse é o segundo livro dos Guardiães e eu confesso que estava esperando mais... não sei se foi devido a toda a propaganda que me fizeram ou se por eu ter gostado tanto do primeiro livro... só sei que esse não me conquistou...

Simon é um conde e um guardião responsável por investigar práticas abusivas usando magia... logo no começo do livro ele vai enfrentar o vilão da história e é transformado em unicórnio... mas mesmo nessa forma ele consegue escapar e para capturá-lo, colocam uma virgem como isca.

Meg é uma jovem que foi aprisionada há dez anos por lorde Drayton (o tal vilão da história) e teve seus poderes roubados... além disso, ela não consegue se lembrar do passado... mas quando vê o unicórnio sente que sua vida irá mudar de alguma forma... e juntos eles fogem...

Bem, ao contrário do casal do livro anterior que tinha uma química gostosa e que eram bem intensos... Simon e Meg são mornos e a química não rola... também achei que a magia dos personagens funcionava ou deixava de funcionar em determinadas situações ao bel prazer da escritora e isso é uma coisa que me incomoda muito, gosto de saber sempre o que funciona quando, onde e porque... e creio que por essa implicância acabei não curtindo tanto o livro...

Essa foi a primeira vez que li um livro onde o personagem se transforma em unicórnio... e em algumas cenas a autora escreve que o personagem está excitado e para mim, que tenho uma mente fértil, essa não é uma visão muito agradável... senti um pouco de asco e acho que poderia ter ficado sem essa (cavalo branco + excitado = Arghhh)...

Também achei que ao contrário do livro anterior os personagens secundários foram pouco explorados e muitos dos que poderiam ter um papel mais ativo no combate ao vilão foram deixados de lado... Simon e a Meg resolvem tudo sozinhos, e formam um casal sem graça, onde não dá nem vontade de torcer pelos dois...

Simon já tinha demonstrado ser todo frio e controlado no primeiro livro, mas achei que no seu livro esse controle viria abaixo quando ele conhecesse Meg, que ela abalaria suas estruturas... posso contar um spoiler pequenininho?? Para vocês terem idéia de como ele é sem graça, ele é até virgem... Nada contra virgens, mas imaginam?? Um conde, rico, poderoso, lindo... e virgem?? Não dá, né?? Prefiro um bom libertino!!

Agora que escrevo essa resenha, percebo que me incomodei com mais coisas do que imaginava e se eu tivesse lido apenas esse livro, com certeza desistiria de ler o restante, mas como o primeiro foi muito bom e o próximo narra a história da Jean (irmã do Duncan - personagem do primeiro livro), tenho certeza que vou querer ler... como Jean também é escocesa e no primeiro livro liderou um grupo de homens na guerra, creio que seu livro também será mais intenso... pelo menos é o que eu espero!

Série Os Guardiães:
- Magina Roubada
- Distant Magic - Ainda não publicado

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