Cidades de Papel – John Green

Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.
Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.
Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.
Resenha da Danielle

Oiii leitores (as),

Margo Roth Spiegelman vai ser a responsável por uma noite inesquecível na vida do pacato nerd Quentin Jacobsen.

Os dois estudam no mesmo colégio e são vizinhos desde os dois anos de idade, juntos encontraram um cadáver no parque aos nove anos, mas depois disso perdem contato. Agora ambos com dezoito anos vão viver uma aventura seguindo o Plano de 11 passos criado pela Margo.

Margo é a garota popular, fala e faz o que pensa, seu pedido é uma ordem. Namora com um popular e por conta da traição recém descoberta ela arrasta Quentin noite afora para concluir seu plano.

Quentin é filho de psicólogos e por isso super centrado, estudioso, nada de viver perigosamente, a menos que esteja jogando vídeo game com seus amigos: Ben e Radar. 

Do trio, Ben é o mais despreocupado, Radar vive para atualizar seu Omnictionary e os três juntos são hilários.

Assim que Margo surge diante de sua janela Quentin tenta negar seu pedido, mas acaba acompanhando a garota e ajudando a realizar suas onze tarefas.

O problema é que no dia seguinte a garota some, só então Quentin descobre que é comum Margo desaparecer por um tempo e que costuma deixar pistas que levam ao lugar para onde vai.

Obcecado por isso ele busca qualquer detalhe e vai investigando. No fim das contas Q, Ben e Radar irão bancar os detetives e quem sabe descobrir o paradeiro de Margo Roth Spiegelman.

Resta saber se conseguiram resolver este mistério a tempo de irem ao Baile de Formatura.

Posso afirmar que adorei a leitura, fui fisgada pela escrita do autor e assim como o Q não consegui descansar até a resolução.

Todos os personagens foram bem trabalhados e são fáceis de encontrar no mundo real.

Cidades de papel é um livro jovem, com ótimas tiradas de humor, um toque de investigação e um garoto determinado a descobrir onde está o “amor de sua vida”. John Green consegue nos prender com sua trama ágil e crível que nos arranca risos e nos mostra o valor da verdadeira amizade, além de nos dar uma maravilhosa explicação sobre a existência das Cidades de papel e de como ele as descobriu.

Aguardo a opinião de vocês. Se não leram, corram para conferir.

Classificação (0 a 5): 5

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2 comentários:

  1. Animada de ver o livro ser tão bem cotado na blogosfera! Todo mundo está lendo Cidades de Papel, todo mundo está curtindo muito. Como só conheço John Green por O Teorema Katherine, e como curti o livro, tenho estado convicta de que Cidades irá me agradar também, talvez até mais que O Teorema.

    Um beijo, Livro Lab

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  2. Oi Aline, este foi o primeiro livro que li do John Green, apesar de ter O teorema Katherine. XD
    Gostei muito da narrativa dele e dos elementos investigativos, gosto muito do gênero e ver adolescentes agindo como detetives foi bem interessante.
    Espero que leia e se divirta.

    Obrigada por seu comentário.

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