Banshee - Os Guardiões - C. A. Saltoris

Banshee - Os Guardiões 

Autora: C.A.Saltoris

Trilogia da Salvação #1

Ano 2014

Selo Jovem

406 páginas

Aos vinte e seis anos, tudo o que Brianna Namara queria era encontrar a cura para a sua esquizofrenia e o paradeiro de sua família. Ao descobrir-se herdeira do trono, no distante planeta Banshee, sua vida vira de pernas para o ar. Em seu novo mundo, que, para sua surpresa ainda vive na Idade Média, a jovem será treinada para lutar à frente do Exército Real, assumir o governo do continente e reunificar seu reino, para tentar vencer os guerreiros da irmandade de magia negra Maleficus Animus. Com humor, um quê de ironia, medo de fadas e crises de abstinência, Brianna tenta, em meio a muitas aventuras, brigas com o Conselho Real e segredos mágicos, tornar-se a rainha que o seu reino precisa que seja, tendo sempre a seu lado seu cavalo alado e falante Pégasus. Com seu arrogante e charmoso capitão Lugh, e seu mais novo amigo de infância, o belo tenente Cahan, ela acaba por envolver-se em um triângulo amoroso que traz consigo discórdia e um mistério incompreensível. E na luta para salvar o Amor do Universo, Brianna sentirá na pele as dores causadas por uma guerra divina, que os Deuses deixaram nas mãos de mortais sem preocuparem-se com as consequências.

Oi leitores,

Banshee, Os guardiões é um livro de fantasia nacional que aborda várias mitologias desde Pégasus às irmãs amazonas Hipólita e Penthesilea (filhas de Ares, o deus da Guerra) .

Em meio a elfos, fadas e demônios, temos Brianna que por vinte e seis anos julgava ser humana, para ter o grande choque de descobrir-se Princesa de Banshee, numa galáxia paralela. Criada por Iollan, um elfo e Cleona, uma duende, ela ignorava sua origem, até que na iminência de uma guerra divina, Éamon vem buscá-la.

Em minha opinião Brianna aceitou muito fácil sua origem, atitude que me inquietou por ela viver medicada por conta de sonhos que na verdade são lembranças de sua terra natal. Na Irlanda ela tinha tudo, mas sentia falta de algo e com isso não concluiu curso algum na faculdade. Quando o feiticeiro explica sua importância para a Guerra ela vai sem muito discutir.

Em Banshee ela fica encantada com a paisagem até se deparar com um povoado repleto de doentes. Ela fica penalizada e com isto finca a responsabilidade na mente.

Como é moda ultimamente temos um triângulo amoroso, o capitão Lugh e o tenente Cahan se apaixonam por ela. A questão é que dois bicudos não se beijam e Brianna apesar de preferir Lugh se deixa encantar pela gentileza de Cahan, mas lembrem: triângulos sempre causam confusão.

Não bastasse isso, um dos conselheiros reais quer tirar Brianna do trono. Nessa questão gostei da atitude dela, não titubeia e por vezes soa até arrogante.

Gostei dos guardiões e até mesmo de Ishtar, que pelo que captei nas entrelinhas será de grande valia no segundo livro. O vilão não me convenceu, já que ele próprio aparenta indecisão de que partido tomar.

A autora utiliza muitas descrições, não nego que me entediaram, porém vai agradar a muitos. Os elementos mitológicos e mágicos estão bem colocados.

Fiquei incomodada com a falta de notas de rodapé, existe apenas uma sobre Jack Frost, que foi desnecessária se comparada ao uso de vilão para designar quem é natural ou mora em vilas, já que Banshee estacionou na Era Medieval. (Obrigada pelo esclarecimento Mika) Preciso arrematar que a nota foi mal colocada e ficou muito próxima ao texto (veja abaixo). A edição também apresenta alguns erros de ortografia, que não atrapalham o entendimento.

O final deixa um ótimo gancho para o segundo livro. 

Nota (0-5): 1

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7 comentários:

  1. Oi Dani,
    Bem apesar de apreciar suas palavras, esse é um livro que não me chama a atenção no momento, mas fiquei com um que de curiosidade. Quem sabe um dia. Uma pena quando há partes dos livros que não nos satisfazem, mas faz parte. Boa leituras...beijocas elis - http://amagiareal.blogspot.com.br/

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  2. Oi Dani gosto de livros que falem de mitologia em geral, mas confesso que este não me empolgou.
    Bjs, Rose

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  3. hahaha de nada, Dani.
    A editora é que tem a obrigação de esclarecer isso. E que nota de rodapé estranha, viu?
    Pena que o livro não é assim tão bom, a premissa parece ótima...
    Bjs!

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  4. Oi Dani!
    Eu gosto de livros sobre mitologias, porém esse não em agradou não!! E essa nota no rodapé ficou estranha né? Nem dá muito para diferenciar do texto.
    Beijos

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  5. Alguns livros simplesmente não conseguem prender a nossa atenção, comigo aconteceu com a série Fronteiras do Universo, diferentemente de Divergente... Eu particularmente aprecio livros que se utilizam de uma sociedade distópica, eu não senti interesse em ler esse livro, gosto de livros que tenham mais realidade e só um pouco de algo envolto na imaginação, acho que livros como esse acabam se perdendo em seu próprio enredo, sem falar que essa história de triângulo amoroso já está batida...

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  6. Dani, esse livro não me interessou, nem a capa, nem a sinopse, nem essa nota de rodapé bizarra... rsrss Aí na resenha vc diz que a autora utiliza descrições demais, certamente é uma coisa entediante pra mim tbm. Logo, esse livro não se encontra na lista dos livros que pretendo ler.
    Abraço!

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  7. Olá!

    Acho que numa próxima edição, essa proximidade da nota de rodapé do texto do livro deve ser resolvida usando uma linha para separar os textos e diminuindo a letra da nota. E a autora e a revisora devem entender que não se aprende tudo sobre a Idade Média na escola (a parte dos vilões eu não sabia até ler a resenha).

    Um abraço!

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