Em Casa para o Natal - Cally Taylor

Ela tem a vida quase perfeita. Seu único desgosto é nunca ter ouvido as três palavras mágicas: eu amo você. Assim como em seu primeiro livro, O céu vai ter que esperar!, Cally Taylor, no divertido Em casa para o Natal, une com maestria romance e comédia, mas, desta vez, com uma diferença: na época mais especial do ano, o Natal. Quando lançado na Grã-Bretanha, fez enorme sucesso, figurando nas principais listas de mais vendidos.


Beth Prince sempre adorou contos de fadas e acredita que está prestes a viver um final feliz: tem o emprego dos sonhos em um charmoso cinema independente e um namorado maravilhoso chamado Aiden. Ela faz parte de um grupo privilegiado de pessoas que trabalha com o que ama, e o entusiasmo pelos filmes intensifica a busca por seu próprio “felizes para sempre”. Só há um problema: nenhum homem jamais declarou seu amor por ela. E, apesar de acreditar que Aiden é o príncipe encantado, a protagonista desconfia de que ele tem medo de dizer “eu amo você”. Desesperada para escutar essas palavras mágicas pela primeira vez, ela resolve assumir as rédeas do destino — e acaba se arrependendo.


Com Em Casa Para o Natal, Cally Taylor brinda o leitor com uma deliciosa comédia romântica que tem como pano de fundo o espetacular universo do cinema e os tempos festivos do Natal.



Em casa para o Natal (Home for Christmas)
Autora: Cally Taylor
Bertrand Brasil (2013)
350 páginas


Tanto tempo querendo ler este livro... enfim matei a vontade, apesar do início quase me matar de tédio quando a autora engatou o ritmo, o livro fluiu.

Beth Prince ama seu emprego: trabalhar no cinema Picturebox com toda sua importância histórica mesmo com a aparência decaída.

Mas tudo muda quando um belo rapaz entra em busca da Sra. Blackstock. Não precisa de muito para nossa mocinha entender que seu emprego está em risco.

Matt Jones precisa conseguir que Edna Blackstock assine o contrato ou não poderá pagar o aluguel de seu avô.

Já dá para sentir que Beth e Matt têm interesses diferentes, porém nada é fácil e os dois acabam se conectando.

Beth está arrasada por Aiden ter terminado o namoro, mas com a ajuda de sua amiga Lizzie está disposta a esperar duas semanas antes de ir atrás do ex.

E durante essa espera a Beth vai fazer uma transformação visual que fará você rir bastante.

Não bastasse seu probleminha estético, durante a entrevista para Gerente do cinema que tomará o lugar do Picturebox, tudo desanda e de maneira cômica.

Mas nem tudo é motivo para gargalhar e o livro traz momentos intensos que mexera com um dos mocinhos e me entristeceu, afinal o personagem secundário em questão é adorável.

Cally Taylor recheia o livro com cenas de vergonha alheia, momentos fofos, personagens adoráveis.

Uma ex-namorada maluca, uma amiga doidinha que precisa de resgates impagáveis, uma mãe que em seu desejo de ver a filha feliz pode ser implacável. 

Lembrou vagamente Um Amor de Cinema, mas no comparativo ele perde um pouco no quesito romance. 

Não entenda mal, o casal demora a se envolver, surge uma amizade, momentos reconfortantes. 

A diferença é que enquanto Shane tinha certeza que queria a Kenzi, o Matt ainda está num processo de aprendizado (você vai entender quando ler), mas quando ele percebe que enfim está apaixonado...   

Em casa para o Natal é um livro que nos mostra a importância dos laços familiares, de nossas conquistas, o peso que damos à opinião alheia, a descoberta de nossos sentimentos.

E garante muitas risadas nesse percurso.


Nota (0-5):



2 comentários:

  1. Mais um livrinho na minha lista de leitura.
    Bj e fk c Deus.
    Nana
    http://www.procurandoamigosvirtuais.blogspot.com

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  2. oi, Dani!
    Olha, eu comecei a ler este livro super empolgada, mas ele não me envolveu. Como você, também classifiquei com 3 estrelas (porque achei que duas seria pouco - e injusto). E realmente parece um pouco com Um amor de cinema, né? Este último eu amei justamente porque desenvolve o romance de um jeito que conquista o leitor. Já Em casa para o natal, acabei achando muito forçado... Não me convenceu, apesar do final bonitinho (que eu até gostei).

    Beijos,
    Jana.

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