Filme - Os Homens São de Marte e É pra lá que Eu vou

Sinopse: Ironia. Essa é a definição ideal para a situação de Fernanda (Mônica Martelli), de 39 anos, que trabalha organizando a cerimônia mais importante do imaginário feminino, o casamento, mas é solteira. Forte devota do amor, a produtora lida com os mais diversos tipos de homem e reserva grande parte do seu tempo à procura do par perfeito.

Um filme brasileiro que superou as minhas expectativas pela originalidade da história.
Em Os Homens São  de Marte E é pra lá Que Eu Vou, Fernanda, uma moça linda e bem sucedida que tem uma empresa que organiza casamentos, está a procura de um namorado para chamar de seu. Aos 39 anos, ela está em busca de um amor e a ideia do filme é totalmente centrada nessa questão.

Durante todo o filme, Fernanda se lança em romances únicos e nunca deixa de acreditar que 'Dessa vez vai dar certo!'. Ela é aquela típica moça sonhadora, que acha que todo homem é perfeito no começo e que não pensa muito nas consequências dos seus atos. Já que tem a ideia formada em sua cabeça de que já passou da hora de casar, Fernanda não liga e até releva alguns defeitos dos caras com quem ela sai nas primeiras vezes, mas depois percebe que não vai dar certo e tira forças para continuar em sua busca pelo namorado perfeito. 


O engraçado nesse filme são os relacionamentos que ela tem. É cada cara que aparece! Um senador todo chique e encantador, mas que troca de mulher a cada dia, um alemão naturalista que só quer saber de se conectar com as forças da natureza, um DJ anos mais novo que ela e até mesmo um pintor tarado, que faz umas propostas peculiares.

O mais legal nesse filme é que ele transborda inovação, diferente de vários filmes brasileiros que vemos por ai. O humor leve e não apelativo, sem nudez e palavrões, deixou o filme com um ar mais tranquilo e é daqueles que a gente precisa assistir pra animar o dia, sabe?

Segundo a atriz protagonista Mônica Martelli, esse filme não apresenta o par romântico da personagem logo de cara e os longos caminhos que eles percorrem para ficar juntos. O que prevalece é a busca de uma mulher pelo amor verdadeiro.

Os personagens secundários também só acrescentaram nos filmes e eu não poderia deixar de citá-los, mesmo que brevemente. Aníbal e Nathalie são os melhores amigos de Fernanda e sócios no ramo dos casamentos.Aníbal é aquele amigo sincero e com uma pitada de humor ácido que fala tudo o que pensa sem pensar e acaba arrancando gargalhadas de todos. Nathalie é uma atriz que só se envolve em furadas e que também não tem um relacionamento fixo. Esses dois são a alegria da história! Sempre que o filme começa a ficar um pouco clichê de mais, eles aparecem e nos fazem rir com as suas piadas mais toscas.

Os Homens São de Marte... E É Pra Lá Que Eu Vou - Foto
Esse filme entrou na minha lista de nacionais favoritos e me fez ter esperanças de que o cinema brasileiro pode crescer e dar bons frutos. Acho legal todos darem uma chance para esse filme. Sei que estamos acostumados com aquelas superproduções, cheias de efeitos especiais e que nos deixam com a adrenalina a flor da pele, mas vale dar uma chance para a cultura brasileira, que vem conquistando espaço a cada dia.

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1 comentários:

  1. Oi Aline,

    Faz tempo que quero assistir esse filme, e sempre acabo esquecendo... valeu pela dica, eu sou suspeita em falar pois gosto de vários filmes nacionais dessa nova geração... e esse parece ser o meu número...

    beijos,

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