[Sessão Pipoca] Divertida Mente

 Crescer pode ser uma jornada turbulenta, e com Riley não é diferente. Ela é retirada de sua vida no meio-oeste americano quando seu pai arruma um novo emprego em São Francisco. Como todos nós, Riley é guiada pelas emoções – Alegria, Medo, Raiva, Nojinho e Tristeza. As emoções vivem no centro de controle dentro da mente de Riley, onde a ajudam com conselhos em sua vida cotidiana. Conforme Riley e suas emoções se esforçam para se adaptar à nova vida em São Francisco, começa uma agitação no centro de controle. Embora Alegria, a principal e mais importante emoção de Riley, tente se manter positiva, as emoções entram em conflito sobre qual a melhor maneira de viver em uma nova cidade, casa e escola.













Animações da Pixar são aparentemente infantis, mas a essência da história é captada pelo público adulto. Com Divertida Mente com certeza é assim.

Alegria (a de verde), Raiva (o vermelho), Medo (o lilás), Tristeza (a azul) e Nojinho (a verde) são as emoções que atuam na mente da pré-adolescente Riley. Normalmente quem comanda é a Alegria, mas com a mudança de Riley para São Francisco, as experiências negativas da menina acabam causando um caos nas emoções.



Embora vejamos a Riley no mundo real, a riqueza do filme está dentro da mente dela, com os cenários belíssimos das terras da família, bobeira, honestidade e outras que regem os princípios dela. É fascinante também explorar o subsconsciente, a produção de sonhos, tudo como se fosse uma grande terra encantada - e cheia de perigos para as emoções que se percam por lá.



É muito divertido observar a interação de todas as emoções em diferentes pessoas também (como a mãe e o pai de Riley), embora esse não seja o foco. Faz você pensar qual das emoções rege a sua própria mente.



Divertida Mente tem um mensagem linda de aceitar os sentimentos e saber equilibrá-los, algo que emociona e ao mesmo tempo diverte no longa. Os personagens são fofos e tocante, do mesmo jeito que estamos acostumados em Up - Altas Aventuras e Toy Story.



A dublagem brasileira não ficou ruim. A humorista Miá Mello faz a Alegria e não senti nenhum incômodo como a do Luciano Huck em Enrolados.

Vale a pena demais levar crianças para assistir, mas também especialmente os adultos.Nunca se está crescido demais para as animações da Pixar. Assistam!

Avaliação (de 0 a 5): 5,0





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4 comentários:

  1. Achei esse filme bem bonitinho... mas meio parado... não está entre os meus filmes favoritos da Pixar... acho que acabei criando expectativas demais...
    A personagem que mais gostei foi a Tristeza... tão fofinha...kkkk

    beijos,

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    1. Já eu adorei o filme, Dé! Foi um dos filmes da Pixar que mais me impressionaram ^ ^
      Eu também achei a personagem da Tristeza super fofinha! Será que tem bonequinho pra vender? rs

      Bjs!

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  2. Mika, fui assistir com meu marido e minha filha e adoramos.
    Só fiquei bem aborrecida com o curta no início que me desanimou. kkkk
    É um filme lindinho com uma lição de moral de certa forma nova, né? Afinal a Tristeza foi uma peça mega importante.
    E de todas as emoções meus favoritos foram Tristeza e Raiva, não necessariamente nessa ordem. A que menos gostei foi a Alegria.

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    1. Dani, acho que a que menos gostei foi a Nojinho rsrs
      Achei uma lição lindíssima, porque todos os sentimentos precisavam agir em equilíbrio e a Alegria não deixava. Achei emocionante no final.
      A Raiva é muito engraçada e a Tristeza é a mais fofinha rs

      Bjs!

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