O nome em seu pulso, Helen Hiorns

No mundo em que Corin vive, logo nos primeiros anos de vida o nome da sua alma gêmea é marcado para sempre no seu punho. A busca pela pessoa predestinada pode durar anos, até mesmo décadas. Mas e se você nunca encontrar essa pessoa? Ou se encontrar e simplesmente não amá-la? E se, como Corin, a última coisa que você quiser é ser encontrado? Com essa obra, a autora ganhou o prêmio Sony Young Movellist.












O nome em seu pulso
Autora: Helen Hiorns
Farol Literário (2015)
256 páginas 



Esta foi a distopia que me fez lançar o post da semana passada, As duas melhores distopias que já li! por Dani Souza.

Corin é uma jovem que está insatisfeita com sua vida. Irritada com as decisões do governo sobre sua vida.

O título do livro refere-se ao fato de que todas as pessoas possuem em seu pulso o nome de sua alma gêmea.

Mas eles são protegidos e só podem retirar o protetor na noite de núpcias, se bem que com Corin nada é válido....

Corin é raivosa, curiosa, mas deixou a desejar no quesito mocinha distópica.

O motivo?

Qual a graça de ter uma teoria contra o governo, pesquisar e manter o que descobre para si? 

Juliette de Estilhaça-me era cheia de problemas, mas quando teve uma visão do que os governantes faziam criou coragem e tentou mudar a situação.

Kyla em Reiniciados teve coragem de buscar respostas e enfrentar grandes figuras para descobrir o que era certo ou errado e o que poderia fazer.

Mas Corin... ela só fica discutindo e achando sua vida um lixo após a perda de seu pai. 

Jacinda é uma irmã estranha, as duas não se dão bem no momento, após um episódio que será esclarecido no capítulo final.

O personagem que salvou a leitura foi Colton... Com muito bom humor para aturar as chatices de Corin, muito centrado nas regras do governo, ele vai servir de âncora para ela.

O nome em seu pulso deixou a desejar, mas teve uma boa explicação sobre o que levou os governantes a agirem de tal maneira.


Nota(0-5): 2




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